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Melhores Drones para o Integrador de Energia Solar: Conheça 5 Modelos Incríveis


Versatilidade e tecnologia ajudam a resumir a experiência que um drone pode oferecer para quem o utiliza.


E no setor solar, sua aplicação já conta com fãs — e até mesmo softwares —, que adaptaram suas funções em outros segmentos para atuar na instalação de energias renováveis e inspeção de placas.


Quer ficar por dentro? Aqui, você vai conhecer 5 modelos de drones para o integrador solar.


Os drones são aparelhos que apresentam utilidades praticamente infinitas, conseguindo resistir por ambientes complicados e trabalhos minuciosos.


No segmento fotovoltaico, o aparelho começou a ganhar importância com o aumento de instalações de placas de energia solar no Brasil, facilitando e otimizando os processos que envolvem o uso de fontes renováveis residenciais e empresariais.


Com eles, se tornou muito mais fácil mapear edificações, inspecionar placas, mapear áreas e obter os melhores espaços para a instalação de células fotovoltaicas — otimizando a conclusão dos projetos, sem deixar de lado a segurança e qualidade.


Dá até mesmo para compartilhar as imagens que o aparelho registra simultaneamente com técnicos, gestores e demais envolvidos em um projeto de instalação.


Neste post, você vai entender mais sobre o aparelho, algumas de suas principais vantagens no setor fotovoltaico e também conhecerá 5 modelos de drones para integrador solar.


O que são drones e como conseguir uma autorização para pilotá-los no Brasil?

Os drones são pequenas aeronaves não tripuladas (ou seja, que não podem receber tripulantes) com diversas utilidades.


Originalmente, o aparelho foi desenvolvido para ser utilizada pelas forças militares para espionar adversários e captar imagens, sem que houvesse a necessidade de utilização dos soldados para isso.


Contudo, graças a sua vasta gama de utilizações, eles, gradualmente, começaram a ser utilizados para outros fins e organizações.


Hoje, por exemplo, os drones servem para transmitir imagens para atividades jornalísticas, entrega de produtos de e-commerce e até mesmo como hobby.


No Brasil, os drones também são conhecidos por meio da sigla VANTs, que significa “veículos aéreos não tripulados”.


Embora não pareça, controlar uma dessas pequenas aeronaves exige uma responsabilidade enorme, tanto que, nosso país exige uma série de regras para sua utilização.


Imagem: Divulgação


Os drones podem ser instrumentos indispensáveis para o auxílio de integradores de energia solar.


Por exemplo, nem todos os locais podem ser sobrevoados por um drone, pois, sua utilização em áreas com grande concentração de pessoas pode ser perigoso caso seu “piloto” perca o controle.


Além disso, os drones também não podem ser pilotados em qualquer zona, porque seu sinal pode interferir com as frequências de aeronaves próximas — assim como os aparelhos devem respeitar os limites de altitude para voar sem invadir as rotas aéreas.


Existe uma regulamentação para drones no Brasil?


Embora a utilização de drones no Brasil para fins comerciais e pessoais seja recente, já existe uma regulamentação que ajuda a definir os padrões, regras e leis referentes ao uso dos aparelhos.


No país, a regulamentação foi desenvolvida em conjunto com três órgãos: Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), com cada um deles assumindo uma frente específica para a operação do aparato.


ANAC


A Agência Nacional de Aviação Civil ficou responsável por desenvolver as regras básicas para que a operação de drones no país oferecesse mais segurança às pessoas, além de proteger os bens.


Para isso, o órgão dividiu a operação do aparelho em fins comerciais, institucionais e experimentais de acordo com o peso de cada drone.


Com isso, de acordo com cada categoria de peso, será necessário fazer um cadastro diferente no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (SISANT):


Classe 1: drones com peso máximo de decolagem maior que 150 kg;


Classe 2: drones com peso máximo de decolagem maior que 25 kg e menor ou igual a 150 kg;


Classe 3: drones com peso máximo de decolagem maior que 250 g e menor do que 25 kg.


Já os drones com peso abaixo de 250 gramas não precisarão efetuar cadastro junto ao órgão.


No site da ANAC também está disponível o conjunto de regras completas para a operação de drones no país, que você confere aqui.


DECEA


Já o Departamento de Controle do Espaço Aéreo ficou com a regulamentação do espaço aéreo.


Portanto, para realizar qualquer operação de voo será necessário entrar em contato com o órgão para obter uma autorização, na qual deverá ser informado os dados relacionados ao local do voo, modelo de aeronave utilizada, altura, período e outros dados básicos para o departamento avaliar e, posteriormente, liberar (ou não) a utilização do aparelho.


Para pilotar um drone com fins comerciais, como no caso para um integrador solar, será necessário apresentar uma documentação específica que comprove o fim de sua utilização.


Alguns documentos pedidos envolve o manuel de voo do aparelho, selo de homologação da Anatel no rádio e no drone, apólice de seguro RETA, entre outros.


A lista com toda a documentação pode ser encontrada no site oficial do órgão.


ANATEL

Por fim, a Agência Nacional de Telecomunicações começou o cadastro de equipamentos no ano de 2017, solicitando que seus usuários realizassem a homologação dos aparelhos.


Essa medida foi tomada, pois a utilização de drones, que também conta com frequência de rádio, pode causar interferências em outros dispositivos de aeronaves.


Todas as etapas para homologar o aparelho estão disponíveis no site da ANATEL.


Imagem: Divulgação - Conforme a tecnologia se tornou popular, tal como os preços do aparelho no mercado, os drones ganharam adeptos entre as empresas e pessoas físicas, consequentemente, aumentando sua utilidade.


Em resumo, basicamente será necessário obter o aval desses três órgãos distintos para utilizar drones no processo de integração de energia solar. Sem isso, você (ou sua empresa) podem ser autuados e obrigados a pagar uma multa altíssima.


Mas por que ter tanto trabalho para utilizar um modelo desses aparelhos para fins de integração de energia solar?


Na próxima seção, você vai descobrir a utilidade e os benefícios dos drones para o integrador solar.


Drones para o integrador solar: como o aparelho pode ser revolucionário para você?

Modernos e muito versáteis, os drones apresentam inúmeras utilidades.


E no setor de energia solar, os drones para o integrador solar pode fazer a diferença na hora de desenvolver e colocar um projeto em prática.


Com a pequena máquina, você terá mais agilidade para mapear as edificações, captar imagens do território, otimizar a conclusão de um determinado projeto, entre outros benefícios.


Aqui, você vai compreender melhor seis pontos que comprovam o porquê dos drones serem tão revolucionários e indispensáveis para o integrador solar. Confira:


6. Inspeção de locais de difícil acesso


Graças ao tamanho reduzido de um drone, ele consegue decolar e pousar em qualquer lugar.


Para um integrador solar, o aparelho será utensílio indispensável, capaz de voar próximo a ferrovias, rodovias, prédios, estruturas e outros lugares de difícil acesso que estejam ao redor — ou até no próprio espaço — de uma área para instalação de energia solar.


5. Análise de falhas nos projetos


Também por conta da sua habilidade de operação, os drones poderão sobrevoar e identificar falhas nas células fotovoltaicas.


Essa correção será feita graças à sua habilidade de verificar, por meio de espectro de calor, os elementos estranhos de qualquer tipo de projeto.


A medição da temperatura das células fotovoltaicas também será útil para identificar a intensidade da corrente elétrica que, por sua vez, ajuda na detecção de problemas de sobrecarga.


Um módulo fotovoltaico superaquecido tem redução de performance e vida útil. Por isso, inspeções nas placas devem ser constantes — ainda mais fáceis com ajuda dos drones.


Esse aspecto é fundamental para a instalação de energia solar, pois, módulos com defeitos são responsáveis por superaquecer e causar incêndios (explicando também porque usinas de energia solar contam com vistorias de desempenho para garantir segurança ao espaço).


4. Elaboração de projetos com mapas de alta resolução e precisão máxima


Os drones conseguem atuar na elaboração de projetos com mapas de alta resolução e precisão graças a um software de fotometria, desenvolvendo ortomosaicos georreferenciados (mapa composto por diversas ortofotos unidas), amostas de elevação da terra, mapas em 3D, entre outros.


Outra utilidade para esse fim é que os drones podem voar a alturas menos, conseguindo captar imagens e vídeos com alta qualidade, resolução e precisão.


Isso vai ajudar a baratear outros custos externos fundamentais para a elaboração de projetos fotovoltaicos para a verificação de interferência de condições climáticas (por exemplo, dias nublados podem afetar os satélites, entre outros).


3. Escalas precisas com áreas de sombreamento


Também há modelos de drones que conseguem realizar a inspeção visual, oferecendo imagens com representação tridimensional e georreferenciadas.


Desta forma, você poderá ter mais dados referentes a distâncias e volumes com a precisão exata, valendo até para locais difíceis de serem analisados — isso sem contar que o voo de um drone pode reproduzir inúmeras medidas em formatos variados.


Com o auxílio da captação de imagens feitas pelos drones, os instaladores poderão ter mais segurança para instalar as placas na área escolhida.


Os drones vão oferecer aos projetistas agilidade com a replicação exata da área escolhida para a instalação do projeto, pois, isso acabará com o (re)trabalho de ter que elaborar desenhos do mapa no sistema CAD.


Simultaneamente, o trabalho com o drone permitirá “montar” uma mapa da região com áreas de sombreamento destacadas, desta forma, sabendo qual será o melhor local para posicionar as placas solares — considerando ficar longe das áreas sombreadas.


Instalação de placas fotovoltaicas em fazendas solares ou telhados residenciais

Por conta de todos os atributos dos drones, também será possível a instalação de placas fotovoltaicas em telhados residenciais ou em fazendas solares, graças a obtenção de imagens de altas resoluções dos espaços, desta forma, obtendo as melhores informações sobre de qual maneira e quantas placas serão instalados nas áreas mais propícias para extração do potencial solar máximo.


Para se ter um mapa tão preciso quanto os oferecidos pelos drones, anteriormente, era necessário que os profissionais se arriscassem para subir nos telhados e fazer as medições — que muitas vezes não chegavam à precisão que um software consegue realizar. Isso tudo em poucos minutos e com garantia total para a equipe.


1. Mais rentabilidade no serviço e segurança para os colaboradores


O aumento da rentabilidade no serviço de instalação de placas fotovoltaicas será uma consequência de toda a otimização permitida pelo uso de drones.


Veja que você e sua equipe serão capazes de entregar um projeto mais eficiente e em menor tempo. Consequentemente, tendo mais abertura para realizar outros trabalhos em diferentes frentes — e até simultâneas.



Sabemos que economizar nunca saiu da moda: e para quem atua no setor de instalação de energia solar, tempo é dinheiro!


Com isso, naturalmente, o mercado poderá compensar a alta qualidade com ganhos maiores.


Além disso, utilizar os drones também ajudará na segurança dos funcionários, pois, como dito anteriormente, a maior parte do trabalho braçal do início de um projeto, dedicada a medição e inspiração dos ambientes, serão drasticamente reduzidas.


Isso também vale para a inspeção de placas e etapas posteriores à instalação.


Como você viu, existem muitos benefícios ao utilizar drones para o integrador solar, seja para a inspeção de placas, mapeamento de área, modelagem 3D, descobrir áreas de sombreamento, entre outros pontos.


Embora não tenham sido desenvolvidos pensados para o mercado de energia solar, o segmento foi capaz de adaptar a usabilidade dos aparelhos para encontrar novas formas de se trabalhar com mais precisão e segurança.


Os drones que vamos mostrar aqui consideram funções como planejamento de instalação de placas fotovoltaicas, geração de ortomosaicos, realização de inspeções técnicas de placas solares em larga escala, entre outros.


Drone Fênix


O Drone Fênix é uma ótima indicação para quem quer um modelo mais acessível para entender melhor as funcionalidades de um aparelho para o setor de energia solar. (Créditos: Multilaser/Reprodução).



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