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Energia solar: Mais Empregos e Competitividade para a Indústria

Um dos grandes desafios do setor produtivo brasileiro e mundial é a combinação de políticas sustentáveis com aumento de competitividade.


No caso das indústrias paulistas, por exemplo, a adoção de novas tecnologias de produção, de redução de custos e de ganhos de escala tornou-se condição essencial para a perenidade do negócio.



O uso da energia solar fotovoltaica para gerar eletricidade e da termossolar para aquecimento de água é hoje a prática que melhor traduz essa tendência, já que atende a boa parte da chamada agenda verde do ESG (meio ambiente, social e governança corporativa).


Este preceito, cabe ressaltar, é um pilar empresarial contemporâneo, cada vez mais decisivo para atração de investimentos, reputação e empatia com os consumidores e todos os stakeholders.


No tocante à energia fotovoltaica, sua utilização pelas fábricas e linhas de montagem pode reduzir o gasto com eletricidade em até 90%. Os próprios indicadores do setor falam por si.


O Brasil ultrapassou a marca de 20 gigawatts (GW) de potência instalada, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de eletricidade em telhados, fachadas e pequenos terrenos.


Com um parque equivalente a quase duas usinas de Itaipu, a tecnologia representa 9,6% da matriz elétrica nacional, na qual já ocupa a terceira posição, devendo ascender ao segundo lugar nos próximos meses.


De janeiro ao início de outubro deste ano, a energia solar fotovoltaica cresceu 44,4%, saltando de 13,8 GW para 20 GW.



Nos últimos 120 dias, o ritmo de expansão tem sido praticamente de um GW por mês: junho, 15,8 GW; julho, 16,4 GW; agosto, 17,5 GW; setembro, 18,6 GW; e outubro: 20 GW.


De acordo com a ABSOLAR, a fonte solar já trouxe ao Brasil cerca de R$ 103 bilhões em novos investimentos, mais de R$ 27,2 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 600 mil empregos acumulados desde 2012.


Com isso, também evitou a emissão de 28,4 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.


Seu crescimento configura-se, portanto, na combinação perfeita entre sustentabilidade e energia barata, aspectos fundamentais na tomada de decisão dos consumidores e do setor produtivo.


Quanto à energia termossolar, o Brasil tem mais de 21 milhões de metros quadrados de coletores solares.


A capacidade instalada no País é de 14,7 gigawatts, pouco superior à de Itaipu. Em termos globais, somente os aquecedores implantados em 2021 proporcionaram economia de 45,7 milhões de toneladas de petróleo e reduziram em 147,5 milhões de toneladas a emissão de dióxido de carbono, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA).



A energia solar térmica, que tem muito potencial de crescimento no Brasil, pode ser utilizada em indústrias, residências, estabelecimentos comerciais, clubes, condomínios, hotéis, hospitais e restaurantes.


Os aquecedores não são ligados à rede elétrica e proporcionam redução expressiva da conta de luz. O setor emprega 46 mil pessoas no País. Estima-se que, em 2022, as admissões de trabalhadores cresçam 22%. No ano passado, foram seis mil contratações.


Em 2021, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Térmica (Abrasol), a quantidade de reservatórios de água comercializados foi de 201.398 unidades, com crescimento de 18,1% na comparação com 2020, O volume de produção de coletores termossolares somou 1,81 milhão de metros quadrados, representando aumento de 28% em relação ao ano anterior.


Além de ampliar a competividade da indústria, que se reverte em produtos e serviços mais baratos à população, a fonte solar ajuda a economizar eletricidade e diversificar o suprimento de energia do País, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de mais encarecimento na conta de luz.


Assim, seu avanço é fundamental para o desenvolvimento econômico, social e ambiental, com um setor produtivo cada vez mais competitivo e tecnológico, num círculo virtuoso de crescimento de emprego, renda e oportunidades para os brasileiros.


Fonte: www.energiasolarshop.com.br

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