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China bate recorde de nova capacidade solar em 2023

País acrescentou no ano mais 216,9 GW, mais do que toda a capacidade instalada dos Estados Unidos, o segundo no ranking global da fonte.

  

Apenas em 2023, a China instalou mais capacidade de energia solar fotovoltaica do que o total já implementado em qualquer país do mundo.


Imagem: Divulgação


Segundo levantamento do órgão estatal chinês Administração Nacional de Energia (NEA, na sigla em inglês), foram adicionados 216,9 GW no ano passado, batendo seu recorde anterior registrado em 2022, de 87,4 GW, ou seja, 116% a mais.

 

Em comparação, nos Estados Unidos, o segundo maior mercado de energia solar do mundo, deve fechar o ano de 2023, segundo estimativas da BloombergNEF, com capacidade total instalada de 175,2 GW, com a ressalva ainda de que a NEA mede a capacidade em corrente alternada, enquanto a BNEF em corrente contínua, o que aumenta a diferença entre os países.


Com o agregado em 2023, o total instalado de energia solar na China chega a aproximadamente 606,9 GW.

 

O acréscimo de solar recorde na China foi o mais importante para fazer o mundo, segundo o relatório Renewables 2023 da Agência Internacional de Energia (IEA, em inglês), ter aumentado em 50% as adições anuais das fontes renováveis em 2023, que no total foram de 510 GW.


De acordo com a BNEF, a China foi responsável por 58% das instalações solares globais e 60% da eólica global no ano passado.

 

Mesmo assim, e até mesmo para atender as cadeias produtivas de componentes solares e eólicos, a China continua a aumentar a sua capacidade de geração em termoelétricas a carvão, que fornecem cerca de 59% da eletricidade do país.


A capacidade de geração térmica aumentou em 57,93 GW em 2023, segundo a NEA, embora o governo chinês esteja divulgando que o consumo de carvão diminuirá a partir de 2025.

 

A previsão para 2024, porém, é de mais expansão em renováveis na China, mas a um ritmo bem menor.


Por conta de recentemente o governo ter diminuído os subsídios para projetos de geração solar distribuída, e ainda em razão de algumas regiões sofrerem com deficiências na infraestrutura de rede de transmissão, o país deve aumentar em cerca de 7% as instalações solares e em 11% a capacidade eólica, segundo estimativa da BNEF.


Fonte: Fotovolt

 

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